O “VALOR” DO TRABALHO

Quando você tem um filho, sente um êxtase pela emoção que é maravilhosa. Acredito que não exista coisa melhor.

Você quer curtir todos os momentos como banho, ver a criança mamar, sentir o cheirinho delicioso das roupinhas, depois vêm os primeiros gu, gu gu, da, da, da e assim por diante.

Quando você vai para o trabalho, antes de sair quer dar mais um beijinho e, assim que pode, volta correndo para casa.

Passado algum tempo, já não está mais incomodado por ter que sair para o trabalho, não tem a mesma pressa para voltar para casa…

Você acredita, inconscientemente, que o trabalho é mais importante, afinal seu filho estará lá e pronto!

O tempo passou, seu filho ou sua filha cresceu, passou e ainda está passando pelas fases maravilhosas da criança e a vida continua – ah! você estava em todos os aniversários, tanto que aparece em diversas fotos.

Agora pergunto:

- quantas vezes você foi à escola de seu filho em alguma festividade?

- quantas vezes você o levou para passear?

-quantas vezes você sentou no chão com ele para brincar?

-quantas vezes você deixou de se irritar com o barulho dele, afinal você chegou cansado do trabalho, não é?

-quantos dias, meses, você só viu seu filho na cama, dormindo pois você sai de casa antes que ele acorde e chega quando ele já está dormindo?

Bem, tem que ter um desconto, não?  Afinal você tem que trabalhar!

Não pode chegar no horário normal para brincar com ele pois você teve que ficar até mais tarde no trabalho e ter um tempo para brincar com seu filho não é prioridade, ir à escola não é prioridade, passear com ele não é prioridade – afinal, seu trabalho é prioridade.

Até que um dia, em uma discussão com seu filho ele, chorando lhe diz:

-Você não liga para mim, todos os pais dos meus amigos vão à escola ou para levá-los ou em festas,  você não brinca comigo!

De repente você percebe que o mais importante em sua vida, aparentemente já não é o mais importante, afinal o importante é o seu trabalho!

Aí você começa a refletir e nota que deixou para trás, família, amigos, lazer enfim, coisas que sempre  foram um grande prazer mas…afinal, o trabalho passou a ser sua prioridade.

Então, pense bem , reflita, senão…pode ser muito tarde!

Um grande abraço,

Luiz Carlos Cunha

Diretor da CSA Consultores

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“QUEM NÃO TEM PECADO QUE ATIRE A PRIMEIRA PEDRA”…

Você já ouviu esta frase e muitas vezes, não?

Fazendo uma analogia, você já ouviu algum candidato em uma entrevista dizer – bem, agora vou falar de meus defeitos!

A verdade é que em um processo de seleção, ainda se usa muito, aqueles métodos tradicionais de perguntas do tipo:

- Diga o melhor de si (somente as coisas certas ou boas),  diga como se vê e como se comporta.

-Só se for muito estúpido o candidato vai dizer coisa ruim. Considere também que o candidato quer o emprego para o qual está se candidatando. Imagine  você nesta situação, como iria se comportar?

 Além de existirem métodos mais científicos, deve-se lembrar sempre das chamadas competências que, na verdade, não são “novidades”.

 Alguns testes são óbvios (respostas prontas) e outros definem situações interessantes, vamos ver:

 Exemplo 1:Pessoas inovadoras, engenhosas, imaginação rica, sempre dispostas a novos projetos etc…

 Exemplo 2: Analista, crítico, lógico, argumentos racionais etc…

 Exemplo 3: Prático e disciplinado obtém sucesso através da concentração e minuciosidade etc…

 São dados importantes sim, em um processo de seleção, características psicológicas entre outras.

Agora, quando falamos em competência, é necessário também, buscar lá atrás, como se diz, fazer uma varredura na vida profissional e pessoal do candidato.

É fundamental saber se o candidato pode executar sua tarefa, se ele de fato executará e, acima de tudo ou não menos importante, se ele realizará o trabalho dentro da cultura de sua empresa

 A adequação de um profissional às atividades de sua empresa, não necessariamente é igual à adequação a outra.

Eu ainda acredito que peca-se muito na definição do perfil da vaga. Por experiência de 26 anos como Headhunter, tenho observado inúmeras vezes a empresa abrir um processo com uma linha de perfil e aí, somos obrigados a usar nossa “bola de cristal” ou toda uma experiência para definir o perfil “quase” ideal.

Falando em “não ter pecado”, como é sua empresa? Da mesma forma que o profissional não vai fazer uma apresentação de seus defeitos, você também não vai discursar sobre os problemas de sua empresa, vai?

Ao longo dos anos (e olha que são muitos), o que temos visto é que não há uma preocupação em adequar o profissional ao requisitante da vaga (hoje chamado Gestor) e à empresa como: cultura, seguimento, características de participação no mercado, processos, projetos, projeções de crescimento para os profissionais, ambiente de trabalho, valorização de seus recursos humanos e tantas outras coisas.

Se você tiver todas estas respostas, com certeza vai definir o perfil ideal do profissional que se quer ou vai chegar à conclusão de que nunca vai encontrar, o que é pior. Agora, se realmente estiver seguro,… “ATIRE A PRIMEIRA PEDRA!”.

Luiz Carlos Cunha

Diretor da C&SA Consultores

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PROFISSÕES CAMPEÃS

 

 

Hospitalidade, Marketing, Gastronomia e Administração Esportiva. Veja onde cursar as especialidades que irão bombar nos eventos sediados no Brasil 

A Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016 prometem aquecer o mercado de trabalho brasileiro. A expectativa, apenas com o mundial de futebol, é que 100 mil pessoas sejam contratadas. Áreas como hospitalidade, gastronomia, marketing e administração esportiva ainda são carentes de mão de obra qualificada e se destacam como janelas de oportunidades.

Segundo Bruno Contrera, consultor de Produtos do STB, investir em formação internacional para atender a essa demanda é uma ótima aposta para incrementar o currículo ou mudar de área. “Esses profissionais terão uma formação completa, com base em países exigentes com a oferta de serviços”, afirma. Confira alguns cursos:

Administração Esportiva na Austrália
Onde:
Australian Collegeof Physical Education (ACPE), na cidade de Sydney
Curso: Pós-graduação em Sports Administration
Programa: Tem duração de dois semestres, com acesso ao parque olímpico de Sydney. Cursando apenas seis meses, o aluno já obtém um certificado. O conteúdo inclui princípios da administração esportiva, estatísticas e gerenciamentos de informações, finanças, leis e ética no esporte. Ainda há aulas sobre Recursos Humanos para administração esportiva, marketing, mídia, gestão de eventos e riscos gerenciais
Preço: 10.740 dólares australianos por semestre + 288 reais (taxa de matrícula STB)

Hospitalidade na Suíça
Onde:
Les Roches, na cidade de Bluche
Curso: MBA na área de Hospitalidade, com especialização em Finanças e Marketing
Programa: Tem duração de dois semestres e a possibilidade de mais seis meses de estágio programado pela escola. Les Roches é uma das mais conceituadas instituições de ensino de hotelaria no mundo, administrada pela Associação Suíça de Hotéis (Swiss Hotel Association)
Preço: 32.905 francos suíços por semestre + 288 reais (taxa de matrícula STB). Os valores incluem pensão completa e acomodação na própria escola, em quarto duplo

Gastronomia na França
Onde:
Le Cordon Bleu, nacidade de Paris
Curso: Ciclo Clássico Cordon Bleu
Programa: Para turmas de 2012, as aulas começam no dia 4 de janeiro e terminam em 21 de março. Há lições seis dias por semana. O curso oferece a base de técnicas da cozinha e da confeitaria clássicas francesas
Preço: 8.500 euros + 288 reais (taxa de matrícula STB). Os valores incluem equipamentos de cozinha e uniforme

Fonte: Você S.A – 11.2011

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FESTA DE FIM DE ANO NA EMPRESA

O que você pode /deve fazer

 1.  Conversar de assuntos variados inclusive sobre trabalho porém de uma forma leve, não considerando que está em sua sala de trabalho.

 2.  Participar da festa COMO SE VOCÊ A ESTIVESSE PROMOVENDO, interagindo com várias pessoas de diversas áreas, diversos níveis, sem fazer distinção entre chefes, subordinados e lembrando sempre de ser discreto.

 3.  Se houver distribuição de presentes (amigo secreto ou outros), respeite os presentes dos outros sem gozação e, ao presentear, principalmente em um Amigo Secreto, nunca humilhe ninguém com palavras depreciativas, apelidos ou com presentes desagradáveis (peças íntimas de vestuário, cintos gigantes para os gordinhos, etc)…

 4.  Procure se informar sobre os detalhes da festa como: local, traje, valores de presentes (isto é muito importante),

 5.  Se for um líder e perceber que seu subordinado está passando dos limites, tente chamá-lo discretamente em algum lugar para mostrar-lhe que está sendo inconveniente, sem humilhá-lo e sem prejudicar a festa. Seja habilidoso.

O que você não pode/não deve fazer

1. Ir à “caça”. Este é um dos maiores perigos na Festa de Fim de Ano: – Sabe aquela “gostosa” do Financeiro ? – Este ano ela não escapa, é só tomar umas….DESASTRE TOTAL (mesmo que ao longo do ano ela deu espaço p/ isso)

 2. Roupas extravagantes, provocantes, exageros como vestidos longos, saltos muito altos, maquiagem exagerada. Lembre-se que é uma festa de confraternização e não um casamento, um evento sofisticado, uma recepção de gala etc…     Na maioria das ocasiões como esta, você vai encontrar colegas de jeans, camisetas ou roupa comum de uso diário.

 3. Beber ou comer demais….DESASTRE TOTAL    As pessoas quando se sentem à vontade e exageram na comida e/ou bebida principalmente, se soltam, criam coragem para fazer e dizer aquilo que não fariam e diriam em circunstancias normais e aí já é tarde, o estrago já foi feito

 4. “Puxar o saco do Chefe” ou de algum Superior de seu Chefe (pior ainda), fazendo média, gracinhas, dando presentes além da média dos presentes do evento, não sair de perto deles.

5.  EXIBICIONISMO DE QUALQUER NATUREZA é uma tragédia. Sempre acaba mal principalmente porque na mesma festa estarão alguns ridículos como você que aplaudirão o seu vexame e, como se diz, você estará “se achando” e aí, novamente….DESASTRE TOTAL.

6. Deixar de ir à festa, só se por um motivo extremamente grave e comprovado, da mesma forma, ser o último a sair da festa, a não ser que seja responsável por ela

 

Para finalizar lembro que muitos eventos desta natureza são realizados para INTEGRAR FUNCIONÁRIOS, MOTIVAR, ANALISAR LIDERANÇAS e até PROMOÇÕES.

Imagine que, se em uma oportunidade como estas, seu diretor está lhe avaliando para ser um Representante da empresa, onde você irá participar de diversos eventos e você dá um “vexame danado”,… pronto!  Você barrou sua oportunidade de progresso.

Portanto, acima de tudo, Postura, Discrição, Atitude Positiva, cabem em QUALQUER OCASIÃO

 

Luiz Carlos Cunha

Diretor da C&SA Consultores

Email: Luiz.cunha@csarh.com.br

 

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JUNIORIZAÇÃO: “Subir uma escada de 5 em 5 degraus”..

Me lembro de um fato interessante, senão ridículo.

Um amigo, Executivo de Supply Chain, com 48 anos e experiência em grandes empresas, excelente curriculum, 3 idiomas …,naquele momento no mercado, participando de um processo de seleção em uma das maiores empresas de produtos personal care, chegou para a entrevista, no horário marcado mas foi atendido 25 minutos de atraso. Até aí tudo bem, estava desempregado mesmo, não?

A jovem que o atendeu, se apresentou como “Selecionadora” e informou que iria entrevista-lo. Ele se sentiu um pouco desconfortável pela “Carinha de adolescente” da jovem mas, estava desempregado mesmo, não?

Notou que a jovem tinha na mão o seu CV, um bloco de anotações e vários cartões com figuras, que ele não entendeu para que serviriam.

A seguir ela colocou alguns cartões na mesa, lado a lado, com figuras de animais (leão, veado, elefante, girafa e outros) e disse a ele: – indique 2 bichos destes que estão aqui que você seria (é você mesmo que ela falou).

Já incomodado ele indicou 2 e então ela perguntou porque e ele disse: – só porque acho mais bonitos apesar de que pelas figuras todos são!

Ela ficou parada algum tempo, sem saber o que fazer ou dizer.

A seguir, abriu na mesa outras figuras, agora de frutas (mamão, melancia, abacaxi, banana etc) e perguntou: – qual destas frutas você mais gosta?

Ele imediatamente respondeu: junte todas em uma salada de frutas que fica perfeito!

Obviamente a jovem ficou, desta vez, sem  chão, e travou, não conseguiu falar mais nada.

Neste momento ele se levantou, totalmente incomodado, pediu desculpas pois não iria continuar na entrevista e fez algumas considerações:

Perguntou a ela:

Quantos anos você tem?

- Vou fazer 23 anos, respondeu bem baixinho

Quantos executivos com a minha idade e experiência você já entrevistou?

- Não me lembro, respondeu, poucos, ou melhor o senhor (aí disse senhor) e mais um.

Aí ele pediu desculpas novamente e disse:

- Não quero ofendê-la nem constrangê-la mas você tem a idade da minha filha mais nova, que pergunta todos os dias coisas óbvias e básicas sobre a vida, trabalho etc. Não sei como poderia avaliar/medir minhas competências, experiências entendendo que você ainda não vivenciou NADA e então, despediu-se e foi embora.

Conhecendo bem este profissional, sei que ele não seria grosseiro, pois sempre teve muito bom relacionamento, e um curriculum invejável.

É, isto é juniorização…

Luiz Carlos Cunha

Diretor da C&SA Consultores

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Câmara aprova projeto que aumenta aviso prévio para até 90 dias

BRASÍLIA – A Câmara dos Deputados aprovou, há pouco, o projeto de lei do Senado que aumenta o tempo de aviso prévio para os trabalhadores com mais de um ano no mesmo emprego. Como os deputados não alteraram o texto do Senado, o projeto segue agora à sanção presidencial.

Pelo texto aprovado, o aviso prévio para quem ficar até um ano no trabalho será de 30 dias. Para os que permanecerem por mais tempo, será computado ao aviso mais três dias por ano trabalhado. O projeto limita o tempo máximo do aviso prévio em 90 dias.

Todos os partidos encaminharam favoravelmente à aprovação do projeto, que está tramitando no Congresso Nacional desde 1989. Foi feito um acordo entre todos os partidos para que não houvesse alteração no texto do Senado a fim de evitar que o projeto retornasse àquela Casa para nova apreciação.

-Você que está ligado ao mundo corporativo, o que acha?

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Brasil está protegido de uma crise cambial, diz Delfim Netto

SÃO PAULO – A brusca oscilação do dólar nos últimos dias não assustou o ex-ministro da Fazenda, Antonio Delfim Netto, que não vê o risco de o Brasil sofrer uma nova crise cambial. “Estamos razoavelmente protegidos, não só pelas reservas internacionais, mas porque o mercado tende a se acomodar. O câmbio produz desequilibrio primeiro e equilibrio depois. Uma crise é muito pouco provável”, afirmou ao participar nesta segunda-feira do 8º Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV). Para Delfim, o Banco Central (BC) está desempenhando seu papel, que segundo ele, é o de prover liquidez ao mercado. “O governo adquiriu um instrumento e vai usá-lo quando achar necessário, com implicações importantes para a segurança do mercado”, comentou, referindo-se à retomada das operações de swap cambial, que equivalem à venda de dólares no mercado futuro. Desde 2009 que o Banco Central não utilizava esse recurso para conter a valorização da moeda americana, que na semana passada chegou a ultrapassar R$ 1,90, o maior patamar em mais de um ano. Questionado sobre a hipótese de o BC ter demorado para agir, Delfim indicou que a decisão da autoridade monetária foi ajustada. “O BC esperou um sinal amarelo para agir”, comentou. “Enquanto a taxa de juros interna não for igual à externa, não vamos resolver o problema do câmbio. Não foram as medidas de controle de capital que fizeram essas mudanças no câmbio. Essa valorização do dólar não tem nada a ver conosco. Tem a ver com o cenário externo. Todas as moedas, com exceção do iene, se desvalorizaram”, complementou. De acordo com o ex-ministro, o panorama internacional  atual é delicado, com os Estados Unidos e a Europa enfrentando grandes desafios para estimular a economia. “O banco central americano está mostrando que não sabemos nada de política macroeconomica”, ressaltou, acrescentando que na Europa a questão é ainda mais complicada, já que será muito difícil promover os ajustes necessários. “O diagnóstico do Tombini [Alexandre Tombini, presidente do Banco Central] foi o mais correto. Estou convencido de que ele está mais afinado com a realidade monetária do mundo e os instrumentos financeiros disponíveis para operar do que todos os economistas”, disse.

Por Francine De Lorenzo | Valor 26.9.11

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Se seu Chefe saiu da empresa, à partir de agora ele é seu Ex-Chefe, …não “se case com ele”!

Este é um dos males no ambiente corporativo: ou seu Chefe não fica sem você ou você não fica sem ele ou… as duas coisas.
Ao longo de mais de 26 anos de atuação como Head Hunter, tenho vivenciado este tipo de situação que caracteriza atitude, comportamento negativo, cujo resultado pode ser desastroso.
Muitos chamam popularmente de “panela”, “feudo” entre outros mas a grande verdade é que na maioria dos casos, caracteriza insegurança ou até má fé.
- Insegurança pelo fato de que o Chefe não se sente seguro em formar uma nova equipe ou entrar em uma nova equipe. O fato é que ao trazer sua “própria equipe”, em quase todas as vezes, causa mal estar nos que já fazem parte do grupo, na empresa e, fatalmente vai haver um protecionismo em relação ao “Time do Chefe”.
De um modo geral, o funcionário que é habitué em acompanhar o Chefe, fica marcado, carimbado e no futuro, poucas empresas terão confiança em sua contratação: – se eu contratá-lo, amanhã seu Ex-Chefe o chama, ele vai correndo portanto…
- Má fé pelo fato de comportamentos escusos, desvios de caráter e muitos outros e aí, a equipe antiga “dá cobertura”, simplesmente assim.
Dentro de milhares de estudos de Liderança, Relacionamento, Comportamento, Trabalho em Equipe etc…se enfatiza que é fundamental formar, treinar e gerenciar equipe de forma harmônica, participativa onde se trabalha por um objetivo comum, o sucesso da Companhia e, consequentemente o sucesso e bem estar das pessoas portanto, faça seu novo ambiente, adapte-se às pessoas, às novas situações, faça uma “auto-reciclagem”.

Luiz Carlos Cunha

Diretor da C&SA Consultores

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Atividade física e saúde

Observa-se hoje, uma verdadeira “febre” pela atividade física, a procura e o culto ao corpo perfeito podem em muitos casos surtir efeitos contrários e maléficos. O ser humano precisa se preocupar com a saúde e não somente com a estética, o exercício físico bem dosado, realizado com a supervisão de um profissional competente se faz necessário. Antes de iniciarmos a prática de atividades físicas, devemos passar por uma avaliação médica para saber a situação real que se encontra nosso organismo e constatar as limitações e as necessidades primárias para a nossa saúde. A segunda etapa é a avaliação física, deve ser realizada por um profissional capacitado da área física, ou seja, um professor de educação física com o devido conhecimento de avaliação. Essa avaliação determinará o nível de condicionamento que o indivíduo se encontra e por meio dela, estabelecer um programa de condicionamento individualizado.

Se pudéssemos dispensar trinta minutos por dia com atividade física, uma série de problemas de saúde poderia ser evitada. Redução dos níveis de colesterol, aumento do tônus muscular, aumento da capacidade aeróbia, redução da gordura corporal, são alguns dos inúmeros benefícios proporcionados pela atividade física regular. Para o ambiente de trabalho, o exercício só traz benefícios, como o aumento da motivação, aumento da disposição para o trabalho, melhora da capacidade intelectual, melhora da atenção, diminuição do estresse, diminuição do risco de lesões por esforços repetitivos entre outros.

Falta de tempo, falta de espaço e preguiça são desculpas normalmente encontradas para que as pessoas não pratiquem exercícios. As pessoas podem utilizar o próprio ambiente de trabalho ou os móveis de casa para realizar esses exercícios. Hoje em dia, existem profissionais capacitados e preparados para auxiliar as pessoas na prática de atividades físicas – o personal trainer. O auxílio de um profissional se dedicando exclusivamente ao cliente poderá proporcionar melhoras mais rápidas e mais eficientes no condicionamento. Portanto, o objetivo final é a manutenção da saúde e para isso, devemos praticar exercícios regularmente, além de tomarmos outros cuidados, como alimentação, sono, hábitos saudáveis etc.

  

Prof. Me. Fabio Aires da Cunha

Mestre em Ciências do Movimento e Bacharel em Esporte – CREF 003535-G/SP

www.fcunha.com.br

 

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Atividade física no ambiente de trabalho

O ambiente de trabalho por si só já é um gerador de estresse. A preocupação com as atividades e os resultados, a comunicação e convivência com os colegas, os prazos de entrega e produção, são alguns dos exemplos de atividades que podem ocasionar uma série de problemas físicos e emocionais nos trabalhadores. Outro aspecto muito importante a ser ressaltado é a posição adotada durante a jornada de trabalho. Alguns trabalhadores passam horas sentados em frente a um computador, outros em pé diante de uma máquina, a rotina e a falta de mudança de posição são grandes responsáveis pelas chamadas L.E.R. (Lesões por Esforços Repetitivos) e D.O.R.T. (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho).

A grande questão é: o que fazer para evitar a fadiga, o estresse e lesões no ambiente de trabalho?

Hoje existe uma atividade denominada – Ginástica Laboral. Os indivíduos realizam exercícios físicos durante o expediente de trabalho por alguns minutos, diariamente. É importante ressaltar que esse tipo de atividade deve ser orientado e ministrado por um profissional capacitado da área de educação física.

A ideia surgiu na Europa, mas consolidou-se com as empresas japonesas que colocavam todos os seus funcionários para realizarem conjuntamente uma atividade física antes do início do turno de trabalho. Os resultados obtidos foram satisfatórios e hoje a ginástica laboral está presente no mundo todo. Muitas empresas no Brasil incorporaram essa atividade em seu planejamento e começam a obter resultados.

A ginástica laboral bem orientada pode proporcionar: diminuição da fadiga muscular; correção postural; melhoria na disposição do trabalhador para iniciar ou retornar ao trabalho; melhoria na condição física geral; diminuição na incidência de patologias e casos de L.E.R. e D.O.R.T.; redução dos níveis de estresse; redução do número de acidentes de trabalho, principalmente por cansaço; redução nos gastos da empresa com serviços médicos e aumento da satisfação do empregado no ambiente de trabalho.

Portanto, observa-se o benefício que a atividade física bem orientada pode trazer não só ao indivíduo, como também à empresa, ocorrendo assim um ganho bilateral, ou seja, da relação empregado/empregador.

 

Prof. Me. Fabio Aires da Cunha

Mestre em Ciências do Movimento e Bacharel em Esporte – CREF 003535-G/SP

www.fcunha.com.br

 

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